terça-feira, 30 de novembro de 2010
2º Projeto 2010-2011
terça-feira, 9 de novembro de 2010
O meu 1º projecto no PIEF Oeiras T2
quinta-feira, 25 de março de 2010
Trabalhando na nossa sala
segunda-feira, 8 de março de 2010
Do lado de cá do espelho
Este é o nome do nosso novo projecto de trabalho que irá durar até à Páscoa.
O nosso objectivo é criarmos apresentações em powerpoint, com informações nossas, para nos ficarmos a conhecer melhor uns aos outros.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de junho de 2009
Hábitos saudáveis de vida
Este foi o tema do nosso 5º projecto.
Como produto final do projecto, foi decidido que iríamos construir mobile da roda dos alimentos.
Foi algo que nos deu imenso trabalho mas, ao mesmo tempo, imenso gozo…
O trabalho neste momento está exposto no refeitório da nossa escola. Esperemos que gostem.
terça-feira, 10 de março de 2009
O que eu achei sobre “Os Lusíadas”
Gostei da obra “Os Lusíadas” de João de Barros, porque esta obra está relacionada com a Independência de Portugal, e os descobrimentos.
Esta obra tem muito valor e os textos estão escritos de uma forma muito antiga, percebe-se o quanto os Portugueses sofreram.
Achei o livro bastante interessante e transmite conhecimento para as pessoas que querem aprender como é que era antigamente e como é que foram as viagens de Vasco da Gama e as várias batalhas que os Lusitanos travaram.
Esta obra também é a mais importante da Língua Portuguesa.
Bruno Silva (PIEF Oeiras T2)
“Os Lusíadas” por Paulo Araújo
No começo do Projecto 4- (“A descoberta”) em V.P (Viver Português) começámos por ler o famoso livro “Os Lusíadas” escrito por Luís Vaz de Camões, na versão em prosa de João de Barros mas com algumas partes do poema original.
A leitura do livro ensinou-nos muito sobre as conquistas, vitórias e descobertas de Portugal.
Alem disso passámos a conhecer grandes reis que ajudaram a moldar o nosso país.
Ainda tivemos o privilégio de ir ao Museu do Oriente ver peças de arte que os portugueses trouxeram da Ásia.
Fizemos vários resumos, dos vários capítulos que lemos, para reforçar o nosso português e relembrar o que tínhamos lido.
A leitura do livro fascinou-me bastante, quem sabe volte a lê-lo, mas em versão original.
Paulo Araújo PIEF T2
“Luís Vaz de Camões” por Milton Moreira
Luís Vaz de Camões era filho de Simão Vaz de Camões e de Ana de Sá e Macedo. Provavelmente nasceu em Lisboa, em 1524 ou 1525. É possível que ele tenha frequentado a Universidade de Coimbra. Um seu parente, D. Bento de Camões, pode ter sido prior do Mosteiro de Santa cruz e chanceler da Universidade.
Em Lisboa conviveu com membros da fidalguia cortesã, e por volta de 1550, serviu como soldado em Ceuta, no norte de África. Em 1552 envolveu-se em desacatos durante a procissão do corpo de deus, tendo ferido com gravidade um funcionário da corte. Acabou por partir para a Índia, onde chegou em Setembro de 1553.
Como soldado, integrou a tripulação das armadas que patrulhavam as zonas do mar vermelho e do golfo pérsico. Dois anos depois em Macau, foi provedor dos defuntos e ausentes. Em 1560 regressou a Goa, onde esteve preso durante algum tempo, vítima de vagas acusações. Nessa altura conheceu o cientista Garcia de Orta, para cuja obra escreveu o seu primeiro poema impresso.
Anos depois procura voltar a Portugal, mas em 1567 Diogo de Couto encontrou-o retido em Moçambique. Só em 1569 consegue regressar a Lisboa, tento publicado “Os Lusíadas” em 1572 D. Sebastião atribui-lhe uma pensão anual de 15.000 reis. Faleceu em Lisboa a 10 de Junho de 1580.
Milton Moreira (Turma PIEF T2)
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Transformação da nossa sala
Após debate em grupo, decidimos transformar este espaço descaracterizado, num espaço de trabalho PIEF!
Para isso foi necessário pintar paredes, portas e janelas. Ainda fizemos, e pintámos, umas cortinas para colocar nas janelas.
Quer dizer, nisto do descanso, houve uns que foi mais de vez do que em quando... Mas isso ainda se resolve!
Para além do descanso, ainda conseguimos pôr os professores a trabalhar...
Esta foi uma nova experiência que nos permitiu perceber o que é trabalhar em equipa. Depois de tudo cumprido, podemos dizer que nos sentimos "em casa".